AVALIAÇÃO FORMATIVA – A avaliação escolar por meio de uma plataforma de correção on-line de redações

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PARTE 2

AVALIAÇÃO FORMATIVA

Falar em avaliação formativa é, antes de mais nada, pensar em avaliação escolar como uma busca por caminhos para melhorar a aprendizagem. Esse modelo de avaliação pressupõe a inversão no foco da instituição escolar, tirando-o do ensinar e colocando-o no aprender.

Após ler a primeira parte da nossa série sobre avaliação escolar, trabalharemos agora com uma modalidade de avaliação que, de acordo com diversos especialistas, deve:

1) ser realizada continuamente, ao longo do processo de ensino-aprendizagem, seja ele presencial ou remoto;

2) valer-se da diversidade de instrumentos avaliativos disponível;

3) ser realizada com foco na aprendizagem, valorizando, portanto, o feedback em vez da classificação, a partir do protagonismo e da parceria de alunos e famílias;

4) resultar em intervenções precisas no processo, fruto das possibilidades que a coleta e o tratamento dos dados dessas avaliações propiciam.   

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Respeitadas essas características, deve-se alertar para o fato de que, para questões referentes aos processos avaliativos, não há “receita de bolo”. Como a avaliação (seja ela de que tipo for) precisa ser funcional, ou seja, precisa ser voltada aos objetivos pré-estabelecidos e ao público a que se destina (como vimos na parte 1), então será a criatividade do corpo docente, somada à disponibilidade de recursos, que determinará os instrumentos e estratégias utilizados.

A Plataforma Redigir pode funcionar justamente como um desses instrumentos. Afinal, a riqueza de funcionalidades da Redigir permite o desenvolvimento de diversas estratégias, a depender dos interesses e das necessidades do professor. Desse modo, para cada um dos quatro tópicos acima (esses, sim, pré-estabelecidos), apresentaremos algumas funções, de modo a caracterizar, na prática, o potencial da Plataforma Redigir como um instrumento de avaliação formativa.

1. Continuidade:

por meio da Plataforma Redigir, é possível realizar todo o processo avaliativo, desde a proposição da atividade, passando pela avaliação, finalizando com o feedback. Como toda a estrutura é on-line, é possível a realização de atividades semipresenciais e de atividades totalmente a distância. O professor configura a janela de envio da redação, e os estudantes, por meio do App, submetem-na à avaliação de modo rápido e eficiente, com feedback recebido da mesma forma, por meio do App.

2. Diversidade:

 a Plataforma Redigir oferece mais de 700 propostas de redação em seu catálogo de temas. Elas abrangem diversos gêneros textuais, desde o 6º ano do Ensino Fundamental até os diversos vestibulares e o Enem. 

3. Foco na aprendizagem e na parceria com a família e com o estudante:

com a Plataforma Redigir, os alunos contam com a única Plataforma Adaptativa para Redação. Isso quer dizer que, por meio da correção do texto, os estudantes são orientados por diagnósticos que os direcionam a percursos de aprendizagem especificamente destinados às suas dificuldades. Isso permite que cada aluno entenda melhor as suas limitações, além de lhes oferecer trilhas de aprendizagem para cada feedback. Os pais podem acompanhar todo o desenvolvimento do aluno, em sintonia com a escola, já que o App permite o acesso espelhado ao ambiente de aprendizagem dos filhos.

4. Intervenções no processo de ensino-aprendizagem:

o Ambiente Virtual de Resultados da Plataforma Redigir também permite que o professor acompanhe, em tempo real, o engajamento dos alunos em cada atividade. Finalizado o exercício, o AVR disponibiliza não apenas a nota média das turmas, mas também o ranqueamento de erros ocorridos em cada competência, podendo-se verificá-los por unidade, turma ou aluno. Dessa forma, é possível saber exatamente quais competências ainda não foram alcançadas e quais problemas impactam a turma como um todo ou apenas uma parte do grupo, tornando, assim, mais assertiva a tomada de decisões pela equipe docente.

Avaliando com a Redigir

  1. De acordo com o seu planejamento anual da disciplina, escolha um ou mais temas de redação na Plataforma Redigir.
  2. Em seguida, crie as atividades na plataforma, determinando a janela de envio. Os temas já têm toda a orientação necessária para a execução do texto, mas você também pode orientar os estudantes em sala de aula. Ao criar uma atividade, não deixe de notificar os alunos, pois isso aumenta o engajamento, e é super fácil de fazer. Você cria a notificação e ela é enviada pelo App.
  3. Ao longo da janela de envio, monitore o engajamento dos alunos e estimule-os a escreverem o texto. Use a verificação de engajamento disponível no menu currículo.
  4. Após a correção, discuta os resultados com a turma, leve alguns dados gerais para a aula e estimule-os a navegarem pelos diagnósticos e percursos de aprendizagem do Ambiente de Aprendizagem.
  5. Use também os relatórios do AVR para verificar o andamento do processo. Prepare as suas próximas aulas com base ranking de erros e no gráfico de proficiências médias. 

DICA: Certifique-se, no ranking de erros, se a dificuldade afeta a turma como um todo ou apenas parte dela. Neste segundo caso, prefira atividades mais pontuais, como monitorias, por exemplo. Só retome conteúdos em sala de aula se você tiver certeza de que se trata de uma dificuldade geral; caso contrário, isso irá desmotivar a turma e deverá ensejar desmobilização e indisciplina.

  1. Repita o ciclo e siga monitorando o avanço da aprendizagem de cada turma ou aluno, mudando suas estratégias e práticas a cada momento.

O uso da Plataforma Redigir, pautado nessa referência de avaliação formativa e em determinadas práticas pedagógicas, tem levado a resultados expressivos na melhoria da proficiência média em diversas escolas do país. Conheça também os resultados da Pesquisa Nacional Sobre Práticas Pedagógicas em Redação.

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